24/jan/2010
Os Sonhos
Por Claudinha Azeredo
Tem um trecho de uma bela canção da banda Los Hermanos que diz “...como pode alguém sonhar o que é impossível saber...” – o nome da música é O VENTO - essa é sem dúvida minha favorita da banda, e esse é um dos trechos que sempre canto aos berros, a questão é que casualmente estava eu pensando sobre sonhos e tocou essa canção aqui no meu playlist, estava pensando em sonhos justamente como o Camelo –vocalista do Los Hermanos- cantou, não nos sonhos de conquistas e acontecimentos que tanto queremos, embora esses também sejam importantíssimos, mas sim sobre os sonhos que temos quando dormimos.
Vezes lembramos, vezes não, vezes gostamos, vezes não. Sempre tem aquela coisa de quando o sonho é bom e acordamos tentarmos imediatamente voltar a dormir pra continuarmos, nem sempre funciona, mas quando funciona é bom. Conheço gente que sonha preto e branco, eu gosto de sonhar colorido.
Tem sonhos que gostaria de nem lembrar, e tenho curiosidade pelos que lembro parcialmente.
Na noite passada não lembro do que sonhei, acho que por ter tomado um forte antialérgico fiquei tão drogadinha que nem cheguei a sonhar, rsrsrs. Acordei na madrugada e quando voltei a dormir sonhei, sonhei com ex colegas, sonhei com o bairro Moinhos de Vento bem diferente do que é, era madrugada, era um tempo estranho, como se fosse o fim dos tempos, o ônibus estava perigoso, etc.
Não vou ficar aqui contando meus sonhos, mas vou dizer que muitas vezes tenho medo deles.
Sou uma pessoa que tem constantes dejavus, e muitas vezes eles se confundem com sonhos que tive e isso justifica o medo que tenho de alguns de meus sonhos.
Apesar, que já tive uns sonhos que bem que gostaria que fossem reais (ai ai).
O bom de alguns sonhos é matar a saudade de quem não vemos mais ou de objetos que já não possuímos.
Nem vou falar das vezes que sonhamos que estamos fazendo xixi, bah, isso é complicado.
Sonho gera tema de música, nome de doce, de filme, gera medo, alegria e tristeza, mas afinal, qual a finalidade do sonho?
O mundo está cheio de estudiosos e teses para os sonhos, mas, qual será seu real sentido?
Tem sites com significados, tem significado de sonhos com bichos, com números, etc.
Mas o que meus sonhos querem me dizer? O que eles têm para me mostrar?
Já pensei em todos os dias acordar e escreve-los em um caderninho, mas acabo nunca fazendo e isso certamente tem uma razão. Será que mais gente sente isso? Nossa! Esse é o texto mais cheio de interrogações que escrevi! Acredito que a resposta sobre sonho seja essa: sempre terei o sonho como interrogação.
Tudo, ou quase tudo, o que passa na cabeça de uma portoalegrense de 27 anos será aqui postado, lógido que de acordo com minha disponibilidade e coragem, rsrs.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Voltando a Escrever
24/jan/2010
Ouvindo " Mr. Brightside – The Killers "
Tentando voltar a escrever, pensei em tantas coisas. Estive muito tempo ausente, muito tempo sem escrever. Por alguns momentos tive inspiração, breve inspiração. Muitas coisas passaram por minha cabeça desde que pensei em voltar a escrever, breves passagens.
Achei que seria bobagem voltar só por voltar. Escrever é algo que muito me atrai, embora seja algo que ainda não faça com precisão absoluta. Não sei se um dia alcançarei essa precisão toda, mas até lá vou teclando.
Ainda não foi divulgada a cura da tão temida incurável doença. O reencontro com o mais belo focinho também ainda não aconteceu.
Desde a última vez que escrevi tantas coisas aconteceram: os dois últimos dígitos da data mudaram, deixei de ser uma guria de vinte e poucos anos e me tornei uma mulher de quase trinta, aconteceu uma baita tragédia no Haiti, mas sobre isso já tem muita gente escrevendo.
Há pouco estava na janela da cozinha pensando em poucas coisas, acendi um cigarro e fiquei a observar enquanto o leite estava no fogo, tinha de cuidar para que não subisse e sujasse o fogão, fiquei ali olhando pela janela e tentando ver algo que realmente fizesse a diferença. Por um instante percebi que não estava mais vendo o que há de belo nos pequenos detalhes como por tanto tempo preguei.
Seguem as buscas pela plena felicidade. As buscas sempre seguirão.
Outra coisa que me passou pela cabeça, e isso há um minuto, se Deus inventou o sexo porque ele também não inventou a cura?
Essa necessidade por sexo que está em mim e na maioria da população leva a qual lugar? Já pensei tanto em sexo na minha vida que poderia facilmente perder as contas do quanto já pensei. Confesso que pratiquei bem menos que o pensamento (risos). Normalmente as pessoas são insatisfeitas com a quantidade de sexo que praticam e normalmente guardam pra si a frustração que o sexo as proporciona. Bem, mas por pensar bastante em sexo seria capaz de escrever quilômetros e quilômetros de letras sobre isso, portanto, melhor trocar de assunto.
Voltemos para aquele blábláblá de ficar um tempão sem escrever. Desde que fiz minha última postagem o que devo contar de novo é que no final do ano pela primeira vez torci contra o Grêmio e a favor do Flamengo, ganhei uma cachorrinha nova e essa ontem conseguiu subir no sofá pela primeira vez, saí do emprego em que estava, e minha avó passou a virada do ano na cama tentando dormir mesmo com o barulho dos poucos fogos de artifício – esses têm diminuído a cada ano – lembro que quando eu era criança as pessoas soltavam muito mais fogos nas festas de final de ano.
Mas, enfim, essas são minhas últimas notícias, uma retrospectiva dos últimos três meses que podem mostrar o como pode ser “emocionante” a vida quando se chega aos vinte e seis.
Pode parecer um melancólico fim para um texto, mas tento evitar contar mentiras.
Ouvindo " Mr. Brightside – The Killers "
Tentando voltar a escrever, pensei em tantas coisas. Estive muito tempo ausente, muito tempo sem escrever. Por alguns momentos tive inspiração, breve inspiração. Muitas coisas passaram por minha cabeça desde que pensei em voltar a escrever, breves passagens.
Achei que seria bobagem voltar só por voltar. Escrever é algo que muito me atrai, embora seja algo que ainda não faça com precisão absoluta. Não sei se um dia alcançarei essa precisão toda, mas até lá vou teclando.
Ainda não foi divulgada a cura da tão temida incurável doença. O reencontro com o mais belo focinho também ainda não aconteceu.
Desde a última vez que escrevi tantas coisas aconteceram: os dois últimos dígitos da data mudaram, deixei de ser uma guria de vinte e poucos anos e me tornei uma mulher de quase trinta, aconteceu uma baita tragédia no Haiti, mas sobre isso já tem muita gente escrevendo.
Há pouco estava na janela da cozinha pensando em poucas coisas, acendi um cigarro e fiquei a observar enquanto o leite estava no fogo, tinha de cuidar para que não subisse e sujasse o fogão, fiquei ali olhando pela janela e tentando ver algo que realmente fizesse a diferença. Por um instante percebi que não estava mais vendo o que há de belo nos pequenos detalhes como por tanto tempo preguei.
Seguem as buscas pela plena felicidade. As buscas sempre seguirão.
Outra coisa que me passou pela cabeça, e isso há um minuto, se Deus inventou o sexo porque ele também não inventou a cura?
Essa necessidade por sexo que está em mim e na maioria da população leva a qual lugar? Já pensei tanto em sexo na minha vida que poderia facilmente perder as contas do quanto já pensei. Confesso que pratiquei bem menos que o pensamento (risos). Normalmente as pessoas são insatisfeitas com a quantidade de sexo que praticam e normalmente guardam pra si a frustração que o sexo as proporciona. Bem, mas por pensar bastante em sexo seria capaz de escrever quilômetros e quilômetros de letras sobre isso, portanto, melhor trocar de assunto.
Voltemos para aquele blábláblá de ficar um tempão sem escrever. Desde que fiz minha última postagem o que devo contar de novo é que no final do ano pela primeira vez torci contra o Grêmio e a favor do Flamengo, ganhei uma cachorrinha nova e essa ontem conseguiu subir no sofá pela primeira vez, saí do emprego em que estava, e minha avó passou a virada do ano na cama tentando dormir mesmo com o barulho dos poucos fogos de artifício – esses têm diminuído a cada ano – lembro que quando eu era criança as pessoas soltavam muito mais fogos nas festas de final de ano.
Mas, enfim, essas são minhas últimas notícias, uma retrospectiva dos últimos três meses que podem mostrar o como pode ser “emocionante” a vida quando se chega aos vinte e seis.
Pode parecer um melancólico fim para um texto, mas tento evitar contar mentiras.
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