terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Recadinho de Natal...


Não sou nada apreciadora do Natal nem de seus derivados.
O espírito natalino não invade meu coração, logo não ficarei aqui praticando as demagogias típicas desse momento do ano.
O que considero bom no Natal é saber que nesse dia nasceu o mais importante dos caras, mas logo fico de cara por saber que a maioria das pessoas nem lembram disso, muito menos lembram a razão de sua morte.
Então penso que a parte bacana do Natal é que estou ao lado de minha família e que temos maravilhas da culinária para nos deliciarmos, e é quando lembro que nem todos têm esse privilegio. Volto então a ficar de cara.
Mas, enfim, vou aproveitar esse momento em que “todo mundo” fica de coração aberto pra desejar o que às vezes me falta tempo de dizer o ano todo...
Tenha saúde, tenha sorte, tenha verdadeiros amores, seja o mais feliz possível. Tenha força nos momentos difíceis, pratique o bem sempre que puder e lembrar. Fique em paz!

Bjs!

Claudinha Azeredo

sábado, 18 de dezembro de 2010

Voltando

18/12/2010

Esses tempos, não sei quanto tempo, quase dois meses eu acho, meu “namorido”, ele detesta esse termo, rsrsrsr, ele leu meu blog. Fazia uma pá de tempo que ele não lia, eis que zanzando por aqui ele deu uma parada. O resultado foi insatisfatório, fui questionada pela tristeza que narrava, etc. Isso gerou aquele desagradável momento “DR”, mas depois passou. Enquanto discutíamos a relação prometi que não mais escreveria. Promessa descumprida!

Cá estou, confusa e convicta como sempre. Emotiva como não poderia deixar de ser, estou voltando. Tempo curto, grana curta, inspiração longa, medo longo... Do mesmo jeitinho de sempre estou. Sem muita coisa nova pra contar, mas cheia de vontade de desabafar. A única coisa diferente de estar aqui escrevendo hoje é a trilha sonora, afinal, as 02:41 de um sábado tocam na fm as mais diversas melodias, e como não estou a vontade nem pra escolher músicas em meu PC, ouço o que der, deixo o rádio ligado pra não correr o risco de me emocionar com um playlist montado por mim mesma.

Até breve.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

E se um cachorro fosse professor?!


(Desculpem, não derei os créditos ao autor por desconhecer seu nome)

Se um cachorro fosse professor, você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é.
E o MAIS importante de tudo....
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.
A amizade verdadeira não aceita imitações!!!
E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE DIZEM SER IRRACIONAL!!!!

domingo, 17 de outubro de 2010

Mais uma da série, querido diário...

Querido Diário,

Ô saga que nunca acaba essa, o que por um lado até que é bom.

Poderia escrever me escondendo, dizendo que é uma estória, que é de alguém que sei lá quem é. Poderia usar a terceira pessoa como tantas vezes já fiz.

Não sei o que, nem como vou escrever, assim como não sei se terei coragem de publicar, embora no fundo saiba que terei, por poder assim voltar a ser quem já fui, voltar a ser aquela pessoa que nada temia e que pouco escondia.

Esse tempo já passou.

Antes ouvia Legião, hoje estou ouvindo ColdPlay, logo, a melancolia continua.

Tomei uma taça de vinho, e bem sei que se tivesse aqui uma garrafa beberia também. Mesmo depois de algumas experiências, mesmo tendo noção, ainda assim tentaria bebendo esconder minhas tristezas.

Não cortaria os pulsos, nem fugiria de casa, mas com certeza seria capaz de confiar em qualquer um que encontrasse em qualquer esquina, seria capaz de sentar em algum cordão de calçada e desabafar minha vida para quem quisesse parar e ouvir.

Seria capaz de confessar meus inexistentes arrependimentos, seria verdadeira como tanto temo ser.

Hoje seria capaz de esquecer que começou o horário de verão, caso não tivesse de ir trabalhar, certamente esqueceria.

Seria até capaz de não chorar, seria capaz de dividir um cigarro com alguém. Me sinto tão triste que talvez pudesse hoje não desejar nem homens nem mulheres, poderia apenas observar tudo sem reação.

Me sinto tão triste e só, que minha solidão pode me fazer sentir mais dor que esse nó que tenho em minha garganta.

Poderia deixar de sorrir por horas, mesmo sabendo que meu característico bom humor tem predominado minha vida nos últimos anos.

As pessoas pensam que me conhecem, e acham que sou aquela pessoa animada que sempre vêem, nenhuma dessas pessoas está aqui agora.

Cansei de brincar, cansei de sorrir e provocar risos.

Poderia pegar minha moto e sair pela rua agora, poderia encontrar a RS040 e adota La como companhia, estou tão triste que até isso me passa pela cabeça como mais um sonho que não realizarei.

Não teria coragem de pegar uma estrada a essa hora e preocupar meus pais, tão pouco teria coragem de mentir pra eles que estou indo pra casa de alguém e que dormirei em segurança. Não tenho mais idade para mentir para meus pais, não tenho mais tempo para fazer isso.

Todos os dias tem sido uma corrida contar o tempo para mim.

A corrida recém começou, alias, recém agora percebi que essa corrida existe. Tudo recém começou e me sinto cansada.

Estou tão triste que pouco ligo para como estou tratando a língua portuguesa. Estou tão melancólica que não tenho a menor vontade de fazer nada.

A vontade de chorar veio e passou, foi embora como tantas vezes. Não tenho mais tempo para me comportar como tanto me comportei.

Não tenho mais o direito de perseguir o que não me pertence. Tudo o que me resta é seguir fingindo que esse momento não existiu, fingir que tudo segue bem, sorrir para quem passar por mim amanhã e seguir me arrastando em minha corrida contra o tempo.

Fora isso, o que passou, passou, nunca mais voltara. Embora eu e minha estupidez tenhamos no fundo a esperança que o passado não tenha apenas passado.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

“Gente Colorida”


Capaz que eu deixaria de abordar esse tema!

Outro dia vi no you tube um rapaz falando sobre a tal “gente colorida”, é um jovem crítico que faz bons vídeos expondo sua opinião, que, aliás, é muitas vezes parecida com a minha.

Dei gargalhada assistindo aquele e outros vídeos.

Hoje em uma palestra motivacional de minha empresa, novamente a “gente colorida” foi citada.

Trata se de uma onda que invade o Brasil nos últimos tempos. A maioria dos jovens quer ser colorido, quer usar roupas coloridas e quer mais que isso, quer se comportar de um jeito um tanto diferente, jeito esse que é exatamente igual entre todos eles.

Suas roupas chegam a quase segar as vistas de qualquer mortal, mas só eles não vêem isso - talvez por já estarem cegos – sei lá. Até outro dia suas roupas tinham muito de xadrez, hoje é tudo colorido. Seus tênis são enormes e adivinhem que cor? Coloridos naturalmente. São tons de rosa e verde que nem conheço os nomes.

A música - se é que posso chamar de música - que essa galerinha ouve é algo que fala de suas relações afetivas, etc.

E é aí que me perco, que relações afetivas são essas? As bandinhas “coloridas” falam de relações hétero, onde a menina é linda, pega o cartão de crédito do pai e vai ao shopping... Mas, se eles são HT - héteros - por qual razão se comportam como gazelas desenfreadas? Sem ofensa as gazelas, mas, porque motivo eles se penteiam e se maquiam como meninas se são meninos? Meus ídolos gays na música nunca mascararam seus amores como essa gurizada faz.

Ta vai lá, vamos supor que esses “músicos” sejam héteros, não consigo assimilar a razão de eles se afeminarem assim.

Mas, minha maior dúvida sobre a “gente colorida” é outra característica deles, que é a tal onda de ser bissexual? Por que as “pessoas coloridas” defendem a bissexualidade? Ok, eles são adolescentes e já sabem quais são suas orientações sexuais, mas minha dúvida é sobre a coincidência de tantos deles serem.

Há tempos soube de um estudo que dizia que no futuro, a maioria das pessoas será “bi”, esse futuro já chegou e não fui avisada?

Na boa, sou super a favor que cada um faça de sua vida o que bem quer, assumindo ou não sua orientação sexual. Uma das coisas que mais defendo é justamente a liberdade de cada um, no entanto, fico me questionando se essa gurizada sabe exatamente o que está fazendo, se isso pode ou não influenciar em seus futuros.

O que leva essa “gente colorida” sejam os ídolos, sejam os fãs, o que faz com que essa onda da bixessualidade se torne tão forte? Seja modismo ou não, hoje acho que é importante repensar sobre o que realmente é válido nisso tudo.

Ah, lá vem a Claudinha querer criticar a juventude... Não, longe disso, só acho que assim como minha geração sobreviveu tendo ídolos gays e não fazendo disso seus “estilos de vida”, acredito que é possível sim tentar orientar esses jovens a seguir seus corações e não seus coloridos modelos.

Ainda acredito que o Brasil seja o país do futuro, mas o país já tem sua bandeira e ela possui apenas quatro cores, vamos deixar a bandeira do arco íris para quem realmente entende o que é LGBT.

Momento Menina Rancor


Agora a pouco tava zanzando pela web, entre uma visita daqui e dali encontrei uma crônica linda da minha diva Martha Medeiros.

Essa crônica falava sobre relacionamento e sobre o que na visão dela - Martha - seria pertinente de se prometer em um altar perante ao padre.

Como é bom ler o que uma pessoa tão inteligente escreve, e como é bom sentir vontade de chorar ao perceber que muita coisa do que ali está escrito nos servem como chapeis exclusivamente desenhados para nossas cabeças. O bom dessa vontade que senti de chorar é por ter a lucidez de ver que ainda há tempo para se corrigir certas coisas. A parte lamentável é de saber que é tarde para consertar outras.

Ainda nessas andanças que fiz pela internet, descobri outras coisas, afinal, essa é uma das razões de ela – internet – existir, logo, senti mais vontade de chorar.

Essa coisa de ficarmos constantemente nos comparando com as pessoas sempre tentando achar algo de mais legal em nós não ta com nada, e eu na minha condição de “ser em busca da evolução” jamais deveria fazer isso. Mas, bah, como é difícil, como é complicado tentar o tempo todo ser uma pessoa “de boa” e em paz com tudo e todos.

Queria tanto conseguir ser correta em tudo. Será que alguém tem a receita?

Na verdade sei que tudo fica mais complicado de se ajeitar quando lá atrás foi feito tudo errado, na verdade, é esse remorso o que mais me corrói o peito, e acho que é ele que me impede de ser plenamente correta e feliz.

Vivo dizendo que sou completamente feliz e que Graças a Deus tudo está bem. Mas, se isso fosse verdade, estaria eu remoendo os sentimentos que estou remoendo agora?!

Penso em mudar, mas de que adiantaria mudar, isso me traria de volta os anos passados? Sei que a resposta é não. Então o que me resta é retocar minha maquiagem de feliz, e ficar aqui sofrendo em ver as reviravoltas que a vida e os sentimentos das outras pessoas dão. Seguirei meu baile, demonstrando força e determinação, demonstrando que tudo está ótimo por aqui e fingindo que minha vida começou há dois dias.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Mais uma da Saga Querido Diário

Ando tão careta, ando tão na minha. Com a faculdade trancada a rotina tem sido casa/ trabalho e depois do trabalho casa. Tenho bem pouquinhos amigos, tenho uma família tão pequenina. A parte boa é a da família que é meu porto seguro.

Sei que ando afastada de muitas pessoas boas, o que me conforta é saber que estou perto das melhores.

Não uso tóxicos, não tenho aprontado nenhuma. Ando com pouca grana, mas vou me virando. Às vezes sinto falta de um smartphone, às vezes sou grata por não ter um.

Tenho tentado tratar bem o maior número possível de pessoas, venho tentando ser uma pessoa melhor.

Estou com o sono em dia. Saio de casa atrasada, mas chego a tempo nos compromissos.

Conto os dias para a chegada da minha tão querida primavera.

Agradeço a Deus por todos os dias. Tenho andado com a consciência limpa.

Hoje neguei dez centavos pra um guri de sinaleira, não me afetei por isso.

Estou em dia comigo mesma. Talvez quando receber meu salário me sinta mais em dia ainda.

Não estou sacaneando com a vida de ninguém, estou tranqüila. Nesse mês voltei a sofrer com a TPM, mas fui compreendida.

Às vezes tenho vontade de agredir fisicamente meu chefe, mas logo passa.

Tenho de voltar a respeitar os limites de velocidade no trânsito, mas isso tem conserto.

Choro com uma freqüência normal, e grito cada vez menos.

Venho fazendo coisas que gosto. Estou em dia com minhas músicas favoritas.

Preciso iniciar uma atividade física, logo terei coragem.

Verifico se meus animais de estimação estão vivendo em boas condições.

Sei que tenho ainda muita coisa para arrumar, mas aprendi a respeitar o tempo.

Continuo saudosista, mas descobri que isso não tem cura.

Estou feliz com a maneira como minha mãe vem vivendo.

Meu time do coração não está em uma boa fase, mas isso não me enlouquece como antes.

Desejo um mundo melhor a todos, e assim durmo todas as noites. Penso em minha avó com muito carinho e saudade, entendo sua passagem.

Sinto nó na garganta, aprendi a engolir quando necessário.

Continuo não sendo muito vaidosa, o que continua não me incomodando.

Minha orientação sexual segue a mesma, no entanto, ela está cada vez mais em paz.

Minhas opiniões tem ficado bem guardadas em minha boca sempre que preciso.

Volto a falar sobre a primavera, que é por quem tanto venho esperando. Sou feliz por ter os sentidos perfeitos para poder aproveitar as margaridas.

Não me arrependo do que já fiz, mas corrigiria algumas coisas.

Estou com frio, por isso sinto que é hora de ir pra cama.

Pratique o Eu Te Amo

No final do expediente meu colega desliga o telefone e diz: “Ai, como eu amo essa mulher.”. Ele estava se referindo à sua namorada, por quem é apaixonadérrimo. Então disse a ele: “Diga isso a ela, demonstre isso a ela.”.
Meu colega é um cara boa pinta, ele é assediado por mulheres e homens, é um cara simpático, engraçado, etc.
Trata se de uma pessoa bem resolvida e decidida. Meu colega é um cara legal, mas uma das coisas que mais me chama atenção nele são esse amor e fidelidade que dedica a sua namorada. Suas atitudes são pouco comuns hoje em dia.
O que me deixa feliz é que ainda existam pessoas assim. Gostaria que muitas outras pessoas fossem assim também, e mais que isso, gostaria que os receptores desse tipo de amor acreditassem nisso.
Enquanto é tão comum ouvir pessoas cantando por aí que fazem e acontecem, saber que ainda existem amores como esse faz de um final de dia comum de trabalho um final de dia mais feliz.
Na noite passada eu ouvi “eu te amo” e acreditei, continuo acreditando. No meu caso a recíproca é super verdadeira.
Não sou a namoradinha perfeita (e sei que isso não existe), assim como meu parceiro também não é exatamente o príncipe encantado montado no cavalo branco. Isso não existe, o que existe é o amor, apenas.
A frase acima estaria correta, não fosse a parte em que escrevo: “amor, apenas”. Amor hoje em dia é mais que sentimento, passou a ser virtude, sim quem sente amor tem essa virtude. Pelo menos é o que penso.
Amar pai e mãe é fácil, agora, amar outra pessoa de verdade, tem sido cada vez menos comum.
Acho que todo mundo é capaz de amar, daí a praticar o amor é outra estória. Quem sou eu pra dizer o que é certo e o que é errado sobre amor?!?!?! Não, longe disso, não estou aqui pra ditar regra pra ninguém, cada um ama do sei jeito. Eu tenho meu jeito de amar e defendo que cada um tenha o seu. A única coisa que peço é que por favor, se ama de verdade, diga, demonstre! Cuide de quem ama enquanto há tempo.
Seja qual for seu amor, seja quem ou como for, tente magoar o menos possível a pessoinha.
Outra dica, se for fazer alguma coisa que seja boa pra ti, mas contrária as vontades de quem tu ama, deixe o menor número possível de pessoas saber, seja antes, durante, ou depois.
Ops, quase me peguei escrevendo sobre traição, deixa isso pra lá, esse é tema pra outro texto.

sábado, 14 de agosto de 2010

Dinha


E por falar em fidelidade, olha só a Dinha...Vai vencer mais esse agosto. Quem disse que ela não passaria desse inverno?!?!? Coisa boa, já estamos na metade de agosto e ela segue firme e forte. Tá, nem tão forte, mas firme, ou nem tão firme assim e talvez um pouco forte, sei lá, mas que ela segue o baile ela segue. E se passar por todas essas geadas vai virar o ano novo certoooooo!!!

Ninah


Minha companheirinha, meu belo e fiél amor.
Um anjinho que tem uma das melhores características, a lealdade. Ninah é uma Lhasa Apso de quase um aninho que contribui muito nas alegrias que diariamente tenho.

Inverno de novo

Minha nossa como tem feito frio!

Todo ano é a mesma coisa, todo inverno é isso! Reclamamos do frio, reclamamos da chuva.

Sempre usamos as mesmas técnicas para nos aquecer e ainda assim sempre reclamamos.

Todos anos nessa época tomamos as mesmas bebidas, comemos as mesmas coisas.

Do ano passado pra cá o que mudou foi o pânico da Gripe A que diminuiu, nesse ano quase nem se fala nisso, não sei se é por ser ano de eleições, mas eu praticamente não vi nada de comentários, se bem que nesse ano a maioria da população foi vacinada.

Hoje realmente está bem frio, ventou muito aqui na Capital Gaúcha, e acho que nevou em algum cantinho aqui do Rio Grande, mas alguém me explica por favor, por qual razão falarmos e reclamarmos tanto disso?! Logo vem o verão e as pessoas vão chamar a cidade de “Forno Alegre”, aff! Eu mesma outro dia me peguei reclamando do frio, e de que adiantou?! De nada, não fez calor por conta disso.

Ontem estava em minha cama bem quentinha antes de dormir e agradeci a Deus por isso. Pensei em todos os desabrigados e pedi por eles, pensei nas pessoas que estão em hospitais zelando por seus familiares enfermos (eu já passei por isso), e não tem jeito, essas pessoas estão por aí seja no inverno, seja no verão. Gostaria que muitos praticassem isso, reclamar do frio não resolve, acho justo tentar emanar boas vibrações para quem realmente está sofrendo com o inverno, sei que isso não elevará a temperatura para 20 graus, mas tenho certeza que deixará todos os corações mais aquecidos.

Da série querido diário...


Sempre penso em meu blog, nunca uso. Às vezes culpo a falta de tempo, quando muitas vezes a culpa é da preguiça. Há pouco descobri que muito da culpa é o medo de me expor.

Escrevi sobre isso em meu twitter, aliás, meu twitter vem sendo meu querido diário. Acabei involuntariamente adotando o twitter para poder me limitar e escrever breves frases. Quanta contradição, justo eu que sempre gostei tanto de escrever. Nossa! Quanto medo da exposição!

Sempre penso nas pobres poucas 40 pessoas que lá me seguem, penso em poupa los de minhas peripécias mentais. Fiquei meses e meses pensando em postar algo, mas vinha sendo impedida por meu medo. Quem foi que disse que escorpianas metidas a espertinhas não têm medos?! Sim, temos! Mais que medos, temos fantasmas que nos assombram, temos fantasmas que nos acompanham. Uma prova de medo é usar plural quando se pode usar singular, é escrever em quarta pessoa quando se pode e deve escrever em primeira. Prova de medo é ouvir umas músicas do Djavan querendo ouvir outras. Eu usar o pretexto de não querer levantar para colocar os velhos CDs apenas por conta do frio, tudo mentira, tudo medo.

Sentir medo de pensar nas coisas para não sonhar a noite, sentir medo de sonhar, sentir medo do que se sonha, sentir medo do que já passou, sentir medo do que passa. Sentir medo de ser descoberta, sentir medo de que a “bolha do pensamento” possa existir. Sentir medo de ser entregue pelo olhar, sentir medo das vontades que sente.

Não seria nada mau se pudesse e soubesse cantar, quando se compõe uma música pode se expressar quais quer sentimentos por quem quer que seja e isso é considerado cultura. No meu caso, meus sentimentos não passam de medo.

Será que só eu penso nas ocasiões, nas situações? Cá estou eu trocando as palavras por puro medo, escrevo ocasiões para substituir datas. Sim, é possível que uma mulher de 26 anos sinta medo.

Tenho tido cada vez mais medo, o tempo passa e o medo permanece. Tem coisas que não se superam quando se é adulto, os medos mudam, mas seguem vivos. Tem coisas que não mudam nem que se passem dez anos. Na verdade as coisas mudam sim, mudam, mas permanecem.

Minha sobrinha há dez anos tinha quase quatro meses de vida, isso era lindo, mas naquele momento não era o que fazia a maior diferença.

O mundo mudou de lá pra cá. Vivi incalculáveis alegrias e tristezas, senti medo, presenciei muitas coisas, senti medo, fui, voltei, senti medo, sorri, chorei, sinto medo.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Sem titulo, sem nada.

To com um montão de coisas aqui na minha cabeça.
Desse final de semana não passa, qro postar algo novo.
Desde que minha avó morreu, pensei em tanta coisa pra postar....
Vou dar uma penerada e nesse find escreverei.
To mto satisfeita com mtas coisas que estão rolando, qro elaborar como registrar isso aki.
Na verdade abandonei o blog, mas desde ontem um amigo "Sr. Machado"...sempre ele, rsrsrs, tem falado exaustivamente sobre isso.
Vou escrever, prometo que vou.
Talvez escrevendo consiga me sentir malhor, ou sei la... pior do que a dor que senti com a perda da minha vó nunca ficarei, então... sei que sou forte para escrever e para qualquer outra coisa...
Depois da dor que senti nos dias 20 e 21 de março, nada mais me derruba.
Hoje MAIS DO QUE NUNCA tenho certeza.... "NADA MAIS VAI ME FERIR!".
Bjs e Até o tal de próx find!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia das Gurias

Hoje eh o dia internacional das mulheres.

Isso significa tanta coisa. Envolve socialismo, comércio e mais um montão de coisas.

Por um momento me questionei se merecia os parabéns ou os pêsames por isso.

Recebi um ou outro scrap e até agora dois sms's.

Fui no orkut registrar algo para as gurias que estão entre meus contatos.

Como sou contra ao envio daqueles cartões que todo mundo manda pensei em como sempre personalizar um recado a cada uma delas. Porem, não estou em um bom momento de inspiração e paciência isso logo não daria certo, abri o word e escrevi as palavras abaixo, copiei e colei nos profiles que achei que mereciam, espero que minha intenção tenha sido boa.

Segue o ctrl c / ctrl v:


Não eh a toa que temos um dia dedicado a nós.

Nascemos com o dom de sermos amigas, mães, amantes, lideres, mas acima de tudo somos fortes mulheres!

Nós não temos vergonha de chorar, de sorrir. Brigamos se preciso, acarinhamos quando temos necessidade.

Sentimos medos como qualquer humano, mas temos uma força extra para superá-los.

Feliz de nós por sermos mulheres!

Feliz de mim que posso vir aqui te deixar esse scrap!

Baita Bjo e boa semana!

domingo, 24 de janeiro de 2010

???

24/jan/2010

Os Sonhos
Por Claudinha Azeredo


Tem um trecho de uma bela canção da banda Los Hermanos que diz “...como pode alguém sonhar o que é impossível saber...” – o nome da música é O VENTO - essa é sem dúvida minha favorita da banda, e esse é um dos trechos que sempre canto aos berros, a questão é que casualmente estava eu pensando sobre sonhos e tocou essa canção aqui no meu playlist, estava pensando em sonhos justamente como o Camelo –vocalista do Los Hermanos- cantou, não nos sonhos de conquistas e acontecimentos que tanto queremos, embora esses também sejam importantíssimos, mas sim sobre os sonhos que temos quando dormimos.
Vezes lembramos, vezes não, vezes gostamos, vezes não. Sempre tem aquela coisa de quando o sonho é bom e acordamos tentarmos imediatamente voltar a dormir pra continuarmos, nem sempre funciona, mas quando funciona é bom. Conheço gente que sonha preto e branco, eu gosto de sonhar colorido.
Tem sonhos que gostaria de nem lembrar, e tenho curiosidade pelos que lembro parcialmente.
Na noite passada não lembro do que sonhei, acho que por ter tomado um forte antialérgico fiquei tão drogadinha que nem cheguei a sonhar, rsrsrs. Acordei na madrugada e quando voltei a dormir sonhei, sonhei com ex colegas, sonhei com o bairro Moinhos de Vento bem diferente do que é, era madrugada, era um tempo estranho, como se fosse o fim dos tempos, o ônibus estava perigoso, etc.
Não vou ficar aqui contando meus sonhos, mas vou dizer que muitas vezes tenho medo deles.
Sou uma pessoa que tem constantes dejavus, e muitas vezes eles se confundem com sonhos que tive e isso justifica o medo que tenho de alguns de meus sonhos.
Apesar, que já tive uns sonhos que bem que gostaria que fossem reais (ai ai).
O bom de alguns sonhos é matar a saudade de quem não vemos mais ou de objetos que já não possuímos.
Nem vou falar das vezes que sonhamos que estamos fazendo xixi, bah, isso é complicado.
Sonho gera tema de música, nome de doce, de filme, gera medo, alegria e tristeza, mas afinal, qual a finalidade do sonho?
O mundo está cheio de estudiosos e teses para os sonhos, mas, qual será seu real sentido?
Tem sites com significados, tem significado de sonhos com bichos, com números, etc.
Mas o que meus sonhos querem me dizer? O que eles têm para me mostrar?
Já pensei em todos os dias acordar e escreve-los em um caderninho, mas acabo nunca fazendo e isso certamente tem uma razão. Será que mais gente sente isso? Nossa! Esse é o texto mais cheio de interrogações que escrevi! Acredito que a resposta sobre sonho seja essa: sempre terei o sonho como interrogação.

Voltando a Escrever

24/jan/2010

Ouvindo " Mr. Brightside – The Killers "


Tentando voltar a escrever, pensei em tantas coisas. Estive muito tempo ausente, muito tempo sem escrever. Por alguns momentos tive inspiração, breve inspiração. Muitas coisas passaram por minha cabeça desde que pensei em voltar a escrever, breves passagens.
Achei que seria bobagem voltar só por voltar. Escrever é algo que muito me atrai, embora seja algo que ainda não faça com precisão absoluta. Não sei se um dia alcançarei essa precisão toda, mas até lá vou teclando.
Ainda não foi divulgada a cura da tão temida incurável doença. O reencontro com o mais belo focinho também ainda não aconteceu.
Desde a última vez que escrevi tantas coisas aconteceram: os dois últimos dígitos da data mudaram, deixei de ser uma guria de vinte e poucos anos e me tornei uma mulher de quase trinta, aconteceu uma baita tragédia no Haiti, mas sobre isso já tem muita gente escrevendo.
Há pouco estava na janela da cozinha pensando em poucas coisas, acendi um cigarro e fiquei a observar enquanto o leite estava no fogo, tinha de cuidar para que não subisse e sujasse o fogão, fiquei ali olhando pela janela e tentando ver algo que realmente fizesse a diferença. Por um instante percebi que não estava mais vendo o que há de belo nos pequenos detalhes como por tanto tempo preguei.
Seguem as buscas pela plena felicidade. As buscas sempre seguirão.
Outra coisa que me passou pela cabeça, e isso há um minuto, se Deus inventou o sexo porque ele também não inventou a cura?
Essa necessidade por sexo que está em mim e na maioria da população leva a qual lugar? Já pensei tanto em sexo na minha vida que poderia facilmente perder as contas do quanto já pensei. Confesso que pratiquei bem menos que o pensamento (risos). Normalmente as pessoas são insatisfeitas com a quantidade de sexo que praticam e normalmente guardam pra si a frustração que o sexo as proporciona. Bem, mas por pensar bastante em sexo seria capaz de escrever quilômetros e quilômetros de letras sobre isso, portanto, melhor trocar de assunto.
Voltemos para aquele blábláblá de ficar um tempão sem escrever. Desde que fiz minha última postagem o que devo contar de novo é que no final do ano pela primeira vez torci contra o Grêmio e a favor do Flamengo, ganhei uma cachorrinha nova e essa ontem conseguiu subir no sofá pela primeira vez, saí do emprego em que estava, e minha avó passou a virada do ano na cama tentando dormir mesmo com o barulho dos poucos fogos de artifício – esses têm diminuído a cada ano – lembro que quando eu era criança as pessoas soltavam muito mais fogos nas festas de final de ano.
Mas, enfim, essas são minhas últimas notícias, uma retrospectiva dos últimos três meses que podem mostrar o como pode ser “emocionante” a vida quando se chega aos vinte e seis.
Pode parecer um melancólico fim para um texto, mas tento evitar contar mentiras.