15/set/2009.
Futilidade dependente
Por Claudinha Azeredo
Disse Vinicius: “As feias que me desculpem, mas, beleza é fundamental.”.
Há quem não concorde tanto assim e diga: “Amo mulheres, detesto futilidade. ’.
Fico aqui imaginando como seria um casamento meu com uma mulher cheia de frescuras e futilidades, logo concluo: Não seria!
Conheço diversos casos de futilidade e poderia aqui exemplificar vários deles, entrando, se aqui fossem registrados, esse texto seria extenso e maçante demais e como não tenho paciência com esse tipo de coisa não teria como dedicar tanto tempo a esse tema.
Penso que pior que a futilidade por bens materiais ou aparência física é a futilidade dependente. Antes que o leitor questione sobre a futilidade dependente esclareço: Mulher dependente do parceiro! Tem coisa mais irritante que mulher que não dá um bocejo (pra não escrever peido) sem participar o companheiro? Aliás, mulheres fúteis não peidam, como fui esquecer esse detalhe. Enfim, voltemos à futilidade dependente, futilidade essa que sufoca qualquer sujeito, característica essa que como diria um querido meu: “judia do peão”.
Mas, o pior é saber que diferente do que eu penso, existe quem realmente suporte essa situação, afinal, se elas são dependentes dos companheiros é por que estes existem.
Outro dia ouvi uma pessoa dizer que a tecnologia veio para resolver uma série de problemas, os problemas causados pela própria tecnologia.
Será que o criador do celular tinha uma mulher dependente dele? Ou será que ele não sabia sobre o mal que estaria causando para a humanidade? Essas viciadas em seus parceiros com certeza são grandes apreciadoras dessa ferramenta tecnológica.
Estaria eu sendo cruel demais? Por que tanta impaciência por minha parte? Responderei eu mesma dizendo que é porque não vejo mais espaço para esse tipo de comportamento. Sejam meninas, sejam mulheres, estou farta de ver essa dependência estúpida.
Não é possível que em plenos anos 2000 o ex sexo frágil continue se comportando como se não tivesse conquistado o titulo de ex.
Não há mais motivo para tanta frescura. Estendo que uma vez por mês, durante a semana premiada estejamos mais expostas a esse sentimentalismo dependente, agora, por favor, fazer disso uma rotina para todos outros 23 dias é demais.
Pra que ligar para o companheiro para dizer que foi magoada no trabalho? Não seria mais fácil ir ao banheiro lavar o rosto e encarar isso como um aprendizado?
Outro dia fui magoada no trabalho e dei o tal telefonema, não satisfeita chegando em casa chorei relatando o fato, vou contar um segredo: Sobrevivi! E hoje vejo que dando o tal telefonema ou não teria sobrevivido da mesma forma. Portanto, não há razão para tanta choradeira, para tantos questionamentos, para tantos telefonemas.
Não interromper o que o parceiro esta fazendo com frescuras e futilidades pode ser uma tarefa difícil no começo, a abstinência pode até ser dolorida, trágica e dramática, mas, no final de tudo uma coisa é certa: sempre há sobreviventes, e normalmente sobreviventes mais felizes.
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