Nesses dias tão malucos em que o arrastado tempo passa voando, enfim vem a felicidade. Até quando a felicidade?
Dias em que a loucura e a lucidez andam de mãos dadas. São esses dias que fazem com que aparentemente se sofra de bipolaridade, que as coisas acontecem com invisível importância.
Esses dias não deixam de acontecer, momentos desnecessários que não deixam de fazer parte.
Nesse período o constante questionamento trabalha arduamente, trabalha desnecessariamente.
Não dá tempo pra nada, as decisões são tomadas de qualquer jeito e quem mais sofre com isso é o organismo.
São emoções daqui e dali. Amores e ódios que nascem como furacões.
O noticiário passa quase despercebido, embora seja um presente que no futuro fará parte dos livros e vídeos de historia.
São alegrias e tristezas que pesam igualmente, muitas surpresas muitas interrogações.
Outro dia afirmei o inicio do fim dos tempos, logo perguntei qual a razão de estudar. Um instante depois tive a certeza da incerteza, vai que o mundo não acabe tão cedo...melhor estudar.
A vontade de ouvir uma única musica é incontrolável, e acredito que as paredes e os cachorros não agüentem mais escutar.
Por falar em cachorro, tive a certeza que o cachorro perdido pela companhia aérea havia morrido, errei, felizmente errei.
Os tempos são tão outros que comemoro um erro.
Quando menos esperei, o passado se materializou em minha frente. Disse então: “Gurias, ele brotou atrás da impressora!” elas – as gurias – riram muito. Naquela hora sorri, me surpreendi, depois, bem, depois me confundi, logo conclui e mais tarde me “estrepei”.
Às vezes se tem vontade de fazer uma fotografia, desde o inicio de fevereiro quero fotografar meu mais novo cão “Grêmio”, desde então não há tempo, não fiz haver tempo.
São dias intensos que fazem das lentas e inacabáveis horas, despercebidas horas.
São essas quase sempre desperdiçadas horas que fazem com que a vida siga sem ser devidamente aproveitada.
Ter vergonha da sujeira e não tomar vergonha na cara para limpar é um mal. Se há tanto tempo para sofrer, há tempo para lavar.
Contaminar os que estão ao redor com mau humor também é um mal, e não se faz necessária muita inteligência para essa cura.
E já que não há tempo tirar foto, lavar o que está sujo e praticar exercícios físicos, o bom negócio por hora é focar em praticar o bem e exercitar a paciência. Assim, enfim vem a felicidade!
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